Resolução proíbe uso de PMMA para fins estéticos; entenda

A partir desta semana, está proibido no Brasil o uso do PMMA, o polimetilmetacrilato, como substância de preenchimento estético e reparador.
A restrição, que afeta médicos, é uma determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM), mas tem uma exceção.
A substância é um material plástico transparente que, quando injetado por meio de procedimentos estéticos, se apresenta no formato de gel e funciona como um preenchedor definitivo facial ou corporal.
Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), o uso do PMMA para essa finalidade vem apresentando complicações, como inflamações tardias, formação de granulomas, necroses e até insuficiência renal.
A entidade afirma que muitas dessas complicações podem surgir anos após a aplicação, mesmo quando o procedimento é feito por profissionais habilitados e dentro dos parâmetros adequados.
A única exceção do uso do PMMA é para o tratamento da perda ou redistribuição de gordura corporal, no caso de pessoas que vivem com HIV ou AIDS.
Este é o Estar Bem.
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