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Doação de sangue: uso de medicamentos e hormônios pode afetar segurança da doação

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Se você doa sangue, deve falar corretamente, durante a triagem, sobre o uso de remédios para perda de peso, medicamentos contra o vírus HIV ou substâncias hormonais, que podem afetar a segurança da transfusão.

Segundo a Fundação Hemominas, pessoas que tomam Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ou Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que são usados para prevenir a infecção pelo HIV, só podem doar sangue 4 meses após o uso desses medicamentos.

Isso porque tais medicações pode reduzir a carga viral no organismo e dificultar o diagnóstico, colocando em risco a pessoa que receberá o sangue.

Já as chamadas “canetas emagrecedoras” exigem um intervalo de 14 dias após o início do tratamento ou aumento da dose para que o candidato possa fazer uma doação.

Ainda segundo a Fundação, pessoas que usam testosterona ou outras substâncias anabolizantes também devem informar a condição na triagem. Em gestantes, por exemplo, receber sangue com presença de testosterona pode afetar o crescimento fetal.

A Hemominas reforça que doar sangue é um ato de solidariedade e que a segurança do processo depende também do compromisso do doador em fornecer informações corretas antes da doação.

Este é o Estar Bem.

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