Calor extremo castiga não só o motorista como também os componentes do automóvel

O calor extremo que se tem notado no Brasil em pleno inverno não castiga apenas quem está ao volante. O carro também sente a temperatura.
A exposição prolongada ao sol pode acelerar o desgaste da pintura, ressecar borrachas de portas e vidros e afetar componentes internos, como a central multimídia e os revestimentos.
Outro ponto importante é o sistema de arrefecimento, responsável por controlar a temperatura do motor. Se não estiver em ordem, o risco de superaquecimento aumenta.
O ar-condicionado também merece atenção, principalmente em períodos de uso intenso. A troca do filtro dentro do prazo ajuda a preservar o sistema e a qualidade do ar.
E tem ainda os pneus: o calor altera a pressão e pode aumentar o desgaste. Em situações extremas, o risco de danos cresce. Daí, mais uma vez, a importância da manutenção preventiva.
Afinal, no calor, prevenir continua sendo melhor — e mais barato — do que remediar.
Luís Otávio Pires
Jornalista automotivo, produz e apresenta o Light Motor.